Estranho amor no asfalto, sempre tão perto e distante, de opostos e semelhantes. A fome que move concretos, a fúria que lança fios de alta tensão em morangos silvestres. Força que move carroças solitárias, fraqueza que tranforma pensamentos em gado, e gado em dólares.
Estranha beleza da natureza anárquica cotidiana.
quarta-feira, 24 de janeiro de 2007
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário