Aqueles que continuaram afoitos, acalme-sem. Não há nada de novo, porém há todas as possibilidades abertas. Aquilo que está quase decidido, com o tempo, pode definhar-se, infelizmente. Ou felizmente.
E quando me vi, estava lá eu, olhando para você, com um ar de inocente, aquele sentimento-brisa de barulho do nascer do sol entre prédios. No meio, sempre o corpo junto do outro, nacos de ferro em Girassóis (saudosos e belos, primos distantes das friorentas tulipas de cores quentes), mas sempre muito suave, como aquela velha música.
E sim, muito desejo, mas aqueles malditos pólos que estão ora aqui, ora lá. Afinal, o que é essa vida, senão tudo aquilo que não podemos controlar e aquilo que achávamos estar certos?
Aquilo que passou. Que está. Vai ser.
Ora, tanto importa.
Eu gosto muito de você.
segunda-feira, 23 de abril de 2007
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