quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Faz Futuro Fui Eu

Vem ver a noite é vossa e eu aqui sentado sonhando levando indo ando vindo voando!
E quem sabe ser é viver lembrar aquele sentimento momento, saudoso miraculoso.

Saudade sei, saindo de si
Sanidade não-sei, sabendo de mim?
Quem vou-me, pra onde estou-te?

Quero que contigo as conchas e as cores concretizem concebam cartas.
Cartas atípicas de um amigo domingo tranquilo.

Eu tomando chá e você fazendo arte.

Tua luz seca, meu bem

concumbinas vagam-luz
com seus vaga-lumes
vaga-luz
vagabundas.

Pensamentos Soltos II

Pelos fatos marcados acredito em trapos
Que não conseguem mais andar sozinhos
Nem em seus ninhos, nem em seus pratos
Carrapatos, que não vêem nada
Além de contos de fada
que acabam em sorrisos

de hospícios
de ofícios
Sim, cheios de protocolos
pra nossa vida andar prá frente

prá trás
prá baixo
ou prós lados

prá falar de um tema que estava lá, mas que nunca vai existir.

Pensamentos soltos I

Vejam meus caros,
a sonoplastia de velhas poeiras
estão sujas de vinho
e cobertas de nostalgia
Os sonhos nunca foram tão claros
de dia, perplexos em cegueiras
estão molhados de alegria
com destinos ilúcidos.

Inerte o tempo todo, me revendo daqui 6 meses. Imaginando que os fragmentos e pensamentos soltos vão voltar. E assim fico em paz comigo mesmo.